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Herpes em geral


Ola pessoinhas,boa tarde como estão vocês?Espero que bem,olha só o que eu preparei para hoje.
A doença está presente na maioria das pessoas e o estresse é mais um fator que a desencadeia,basta sofrer com estresse, pegar um resfriado ou tomar muito sol para o inimigo chamado de herpes venha aparecer.
Daí, são pelo menos sete dias com as dolorosas bolhinhas, que aparecem em geral nos lábios, nariz ou órgãos genitais (pênis e vagina).
A doença é uma infecção causada por vírus. Bora entender um pouco sobre o assunto!
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Depressão

Ola pessoas,boa tarde ,um hoje venho com um tema sul real,mas não pensem que estou triste ,vou falar de depressão porque sei que muitas pessoas tendem a ter os sintomas porem sequer imaginam que possam vir a estar depressivas,sabe as vezes  nos sentimos tristes é algo normal que faz parte da vida,mas quando o vazio e o desespero tomam conta do dia-a-dia, tornando-se permanente, afetando a motivação  e o sentido da vida, pode ser depressão.
Não e apenas um mau humor, os pontos baixos da depressão fazem com que deixemos de ter prazer pela vida, deixamos de nos interessar pelos amigos, família, lazer, Hobbies, trabalho, saúde, sentir-se esgotado o tempo todo, e só aguentar o passar do dia pode ser um caos.
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Perigo:Diabetes Mellitus

Ola amigos do blog,novamente aqui agora falando de outro assunto que também e de grande e de suma  importância para todos nos"diabetes Mellitus"não deixe de ler pois esta com um conteúdo muito bem resumido e pode ajudar bastante.

O diabetes mellitus é uma doença caracterizada por hiperglicemia (elevada taxa de glicose no sangue) associada a complicações, disfunções e insuficiências de vários órgãos, especialmente olhos, rins, nervos, cérebro, coração e vasos sanguíneos.
Essa doença pode resultar de defeitos de secreção e/ou ação da insulina (hormônio que promove a entrada de glicose nas células do corpo) em virtude da destruição das células do pâncreas, as quais são produtoras de insulina; distúrbios na secreção de insulina; resistência à ação da insulina; dentre outros.
Os tipos de diabetes mais freqüentes são o  diabetes tipo 1, que compreende cerca de 10% do total de casos, e o diabetes tipo 2, que compreende cerca de 90% do total de casos.
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Perigo:Pressão Alta



Ola amigos do blog,bom falar de "pressão alta" não é uma tarefa muito fácil mas hoje vim ate aqui tentar me expressar de maneira que todos possam entender afinal todos corremos grande perigo.

Hipertensão Arterial ou mais conhecida como pressão alta, é uma doença silenciosa que quase não provoca dor, portanto é importante verificar, em postos de saúde , hospitais sua pressão arterial, se verificar que está acima do normal, que é 120 por 80mmhg, deverá procurar um médico especializado, no caso um cardiologista para verificar se é alguma situação momentânea ou se o paciente realmente sofre de hipertensão Arterial pois uma vez hipertensivo sempre hipertensivo.
 Hipertensão arterial sistêmica (HAS) conhecida popularmente como pressão alta é uma das doenças com maior prevalência no mundo moderno e é caracterizada pelo aumento da pressão arterial, aferida com esfigmomanômetro (aparelho de pressão) ou tensiômetro.
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CHOQUE


A palavra choque deriva do francês
choc : parada
scoc : sacudida.
É um distúrbio caracterizado pelo insuficiente suprimento sangüíneo para os tecidos e células do corpo. Pode-se dizer que é aperfusão e oxigenação inadequada dos órgãos e tecidos.
O estado de choque é uma situação na qual existe uma desproporção entre a quantidade de sangue circulante e a capacidade do sistema.
Tem como causas:
Falha no mecanismo que bombeia o sangue (coração);
Problemas nos vasos sangüíneos(alteração na resistência da parede vascular);
Baixo nível de fluido no corpo (sangue ou líquidos corporais).
É classificado em:
1.CHOQUE HIPOVOLÊMICO: tem como causa determinante a perda de sangue,plasma ou líquidos extracelulares;
2.CHOQUE CARDIOGÊNICO: causado por uma insuficiência miocárdica e caracterizado por diminuição do débito cardíaco e aumento da resistência vascular periférica;
3.CHOQUE DISTRIBUTIVO: causado por diminuição do tônus vascular e caracterizado por hipotensão, redução do débito cardíaco e oligúria.
É dividido em:
CHOQUE NEUROGÊNICO;
CHOQUE ANAFILÁTICO;
CHOQUE SÉPTICO.
4.CHOQUE OBSTRUTIVO: causado por obstrução mecânica do fluxo sangüíneo.

Sintomas que antecedem o choque:
•Inquietude, às vezes ansiedade e temor;
•Náuseas, lipotímias;
•Astenia e sede intensa.

Sinais e sintomas gerais do choque:
•hipotensão;
•taquicardia;
•pulso fino e taquicárdico;
•pele fria e pegajosa;
•sudorese abundante;
•mucosas descoradas (hemorragia) e secas (desidratação);
•palidez;
•cianose;
•resfriamento das extremidades;
•hipotermia (às vezes hipertermia);
•respiração superficial, rápida e irregular;
•sede;
•náuseas e vômitos;
•alterações neurossensoriais (perde noção de tempo e espaço)

CHOQUE HIPOVOLÊMICO:
Definição:
É o tipo mais comum de choque, e deve-se a redução absoluta e geralmente súbita do volumesangüíneo circulante em relação a capacidade do sistema vascular.
A hipovolemia pode ocorrer como resultado da perda sangüínea secundária a hemorragia (interna ou externa) ou pode advir da perda de líquidos e eletrólitos.
Esta última forma de hipovolemia pode seguir-se a perdasignificativa de líquidos gastrintestinais (por exemplo diarréia, vômito), perdas renais (por exemplopoliúria),
que pode ocorrer em Diabetes mellitus e insípidus, perdas externas secundárias ouquebra da integridade da superfície tecidual (por exemplo queimaduras),
ou perdas internas delíquidos sem alteração na água corporal total (por exemplo seqüestro de líquidos para o terceiroespaço-ascite).
Fisiopatologia:
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Alcoolismo

Na matéria de psicologia aplicada recebi uma dificil missão,falar sobre alcoolismo,bom com muito receio embora tenha me saido bem estou dividindo o que pesquisei com vocês amigos do blogger espero que gostem e quem sabe possa ajudar de alguma forma

O que é?

O alcoolismo é o conjunto de problemas relacionados ao consumo excessivo e prolongado do álcool.
É entendido como o vício de ingestão excessiva e regular de bebidas alcoólicas.
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O alcoolismo é e deve ser tratado como uma doença.
Trata-se de uma doença crônica, caracterizada pelo consumo incontrolado de bebidas alcoólicas, o que acaba interferindo na saúde física e mental do indivíduo, trazendo drásticas consequências para a sua vida social, familiar e profissional.

A dependência do álcool pode se desenvolver num prazo de cinco a 25 anos, progredindo acentuadamente. Inicialmente, a pessoa vai se tornando mais tolerante ao álcool, adquirindo uma capacidade cada vez maior de consumo, sem sentir seus efeitos prejudiciais.

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Crise convulsiva x epilepsia

Saiba o que é epilepsia, por que ela ocorre, quais as suas manifestações e entenda a diferença entre convulsão (crise convulsiva) e epilepsia.

Nosso cérebro contém bilhões de neurônios que se comunicam e exercem suas funções através da geração constante de impulsos elétricos.
A crise convulsiva, ou crise epilética, surge quando ocorre um distúrbio na geração destes impulsos elétricos cerebrais,
normalmente causada por uma temporária atividade elétrica que é desorganizada, excessiva e repetida.

Se este distúrbio elétrico ficar restrito a apenas um grupo de neurônios,
 o paciente apresentará uma crise convulsiva parcial (crise epilética parcial).
Se estes impulsos anômalos se espalharem, atingindo os dois hemisférios cerebrais, teremos, então, uma crise convulsiva generalizada.

Crise convulsiva x epilepsia

Damos o nome de epilepsia quando o paciente apresenta mais de 1 episódio de crises convulsivas parciais ou generalizadas,
 sem que se identifique uma causa óbvia e reversível como drogas, febre ou alterações metabólicas.
Por exemplo, uma pessoa que consumiu bebidas alcoólicas em excesso e apresenta uma quadro de crise convulsiva,
 não é considerado epilética. Do mesmo modo um diabético em uso de insulina que apresenta um quadro de hipoglicemia grave e,
 por isso, desenvolve uma quadro de crises epiléticas, também não o é.
Epilético é aquele paciente que apresenta alguma alteração cerebral que o predispõe a desenvolver periodicamente crises convulsivas,
 sem que haja alguma agressão ao cérebro para desencadeá-la.

 Portanto, nem toda crise convulsiva é causada por uma quadro de epilepsia.
Podemos citar algumas doenças e alterações que podem provocar crise convulsiva sem que se caracterizem como um quadro de epilepsia:

- Meningite
- Febre
- Drogas
- Hipoglicemia
- Anóxia
- Traumas
- Desidratação grave
- Insuficiência renal avançada
- Alterações hidreletrolíticas (alterações nos níveis dos sais minerais no sangue, como o sódio, por exemplo).

Só é considerado portador de epilepsia, o paciente que já apresentou mais de um episódio de crise convulsiva sem causa aparente.

Tipos de crise convulsiva

Quando falamos em crise convulsiva, convulsão ou ataque epilético, logo vem à nossa cabeça aquela assustadora imagem de um paciente se debatendo todo, babando, com os olhos revirados e com movimentos anárquicos dos membros. Na verdade, isto representa uma crise convulsiva generalizada, chamada de crise convulsiva tônico-clônica. É apenas um dos vários tipos de crise convulsiva existentes.

As crise convulsivas (crises epiléticas) são divididas em dois grupos: crise convulsiva parcial e crise convulsiva generalizada.

a.) Crise convulsiva parcial

A crise epilética parcial é aquela que ocorre quando os impulsos elétricos anômalos ficam restritos a apenas uma região do cérebro.

É chamada de crise epilética parcial simples, aquela que ocorre sem alteração do nível de consciência do paciente.
 Os sintomas podem ser sutis e dependem da área cerebral afetada.
 Alguns sintomas que podem ocorrer na crise epilética parcial simples são:

- Movimentos involuntários de parte do corpo
- Alterações sensoriais como do paladar, audição, visão ou olfato.
- Alucinações
- Alterações na fala
- Vertigens
- Sensação de estar fora do corpo

 Muitas vezes os sintomas destas crises parciais simples são tão sutis que o diagnóstico é difícil de ser pensado,
até mesmo para o paciente. Às vezes são confundidos com doenças psiquiátricas.

Nas crises epiléticas parciais complexas, o quadro clínico é mais rico.
Ao contrário das crises parciais simples onde o paciente tem plena noção do que está acontecendo,
nas crises complexas, o paciente não tem a menor consciência do que está fazendo.
Em geral, uma crise parcial complexa é precedida por uma crise parcial simples, recebendo esta o nome de aura.
 É uma espécie de aviso que a convulsão está chegando.

Na crise convulsiva parcial complexa o paciente normalmente apresenta comportamentos e movimentos repetidos tipo:
beijos, mastigações, andar em circulo, olhar fixo, ficar puxando a roupa, virar a cabeça para um lado e para o outro, esfregar as mãos etc...
Tudo de modo inconsciente. Às vezes, o paciente é capaz de obedecer ordens e consegue falar, porém, apresenta um discurso incoerente.

A crise convulsiva parcial complexa costuma durar em média 1 minuto.
 Quando a crise termina, o paciente retoma a consciência mas costuma estar muito confuso, sem saber o que aconteceu.
Geralmente, a última coisa que ele lembra é da crise parcial simples (aura) que antecedeu a crise complexa.

As crises parciais podem anteceder uma crise epilética generalizada.
Na verdade, o paciente pode começar com uma crise parcial simples,
evoluir para uma crise parcial complexa e terminar com uma crise generalizada.

b.) Crise convulsiva generalizada

Na crise convulsiva generalizada, os dois hemisférios do cérebro são afetados.

Uma das manifestações possíveis da crise epilética generalizada é a crise de ausência, também chamado de pequeno mal.
Na crise de ausência o paciente perde contato com o mundo externo e fica parado com o olhar fixo.
É possível haver alguns automatismos como picar de olhos repetidamente, como ocorre na crise parcial complexa.
A diferença é que a crise de ausência é mais curta, dura cerca de 20 segundos, pode ocorrer dezenas de vezes ao longo do dia
 e o paciente não apresenta aura, nem está confuso ao final da crise.
 Às vezes, o paciente retoma a atividade que estava fazendo como se nada tivesse acontecido.

Em pessoas com epilepsia, flashes luminosos repetidos ou hiperventilação (respirar rapidamente durante algum período de tempo)
podem desencadear crises generalizadas do tipo ausência. Este tipo de crise é mais comum na infância, podendo desaparecer após a adolescência.

O tipo mais conhecido de crise convulsiva, chamado também de ataque epilético ou grande mal, é a crise convulsiva tônico-clônica.
É o quadro mais assustador. O paciente subitamente apresenta uma rigidez dos músculos e imediatamente cai inconsciente.
 Segue-se, então, movimentos rítmicos e rápidos dos membros. O paciente perde controle dos esfíncteres, podendo se urinar ou evacuar.
É comum salivar e morder a língua durante a crise, o que pode provocar um espumamento avermelhado.

A crises tônico-clônicas duram entre 1 a 3 minutos. Ao final, o paciente apresenta cansaço extremo, sonolência, confusão e amnésia, não lembrando do que ocorreu.

Outro tipo de crise epilética generalizada é a crise convulsiva atônica. Se manifesta como uma súbita perda do tônus muscular,
fazendo com que a pessoa caia. É muito curta, dura menos de 15 segundos, porém, devido às quedas, costuma causar traumatismo sérios.

c.) Status epilepticus

A maioria das crises convulsivas são auto-limitadas e não precisam de tratamento médico imediato.
Chamamos de status epilepticus quando a convulsão não cede após vários minutos ou quando o paciente apresenta quadros repetidos
de crise sem que tenha havido tempo dele recuperar a consciência entre os episódios.
 Geralmente, crises convulsivas que duram mais de 5 minutos são consideradas emergências, pois colocam o cérebro em risco,
 e devem ser tratadas com drogas para abortá-las.

d.) Convulsão febril

A convulsão febril ocorre normalmente em crianças entre seis meses e seis anos de idade
(pico entre 1 ano e 1 ano e meio) que apresentam quadro febril acima de 38ºC.
Apesar de ser um quadro assustador para os pais, é benigno e não causa lesão cerebrais na criança.
É comum e ocorre em até 5% das crianças.

Se a criança só tem convulsão quando está febril, ela não é considerada como portadora de epilepsia.

O que desencadeia a convulsão é a febre, independente da sua causa. A crise pode ser parcial (mais comum) ou complexa,
inclusive com crises tônico-clônicas. A convulsão febril costuma ser mais demorada do que as crises nas epilepsias.
 Podem durar até 15 minutos. Não se assuste se a criança apresentar fraqueza em um dos membros logo após o fim das crises. É temporário.

Não adianta dar banho em água fria ou encher a criança de antitérmicos. Isso não impede o aparecimento das crises.
 também não é necessário usar drogas antiepiléticas. O quadro é benigno e os efeitos colaterais não justificam o seu uso.

A convulsão febril não traz maiores complicações e desaparece com a idade.
O ideal é sempre levar a criança ao pediatra após a crise para que ele possa investigar o motivo da febre
e confirmar que se trata apenas de convulsão febril, e não de epilepsia.

 O que fazer quando presenciar uma crise convulsiva?

Primeiro de tudo, mantenha a calma. A imensa maioria das crises são autolimitadas, desaparecendo espontaneamente.

É importante saber que uma crise generalizada pode ser precedida por crises parciais, por isso,
se o paciente estiver em pé ou sentado, o ideal é deitá-lo para evitar quedas. Afaste objetos que possam vir a machucá-lo.

Se o paciente estiver tendo uma crise convulsiva tônico-clônica, eis alguns conselhos:

- Não tente imobilizar seus membros. Deixa o paciente se debater. Procure apenas proteger a cabeça com uma almofada
- Se o paciente estiver se sufocando com a própria língua, NUNCA ponha a mão dentro da boca para tentar ajudá-lo.
 Ele pode subitamente contrair violentamente a mandíbula, e você pode perder os dedos.
O simples ato de girar a cabeça para o lado é suficiente para a língua cair e desobstruir as vias aéreas.
- O ato de virar a cabeça para o lado também impede que o paciente se afogue na própria saliva.
- Se a crise estiver durando mais que 3-5 minutos, ligue para algum serviço de socorro médico.
- Após a crise é normal o paciente permanecer desacordado por algum tempo. Coloque-o de lado e deixe-o dormir.
- Nunca ofereça nada para beber ou comer logo após a crise.
Nesta fase o paciente pode não conseguir engolir direito, sofrendo risco de aspirar o alimento ou o líquido.
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DOENÇA DE PARKINSON

A doença de Parkinson (DP) ou Mal de Parkinson, é uma doença degenerativa, crônica e progressiva, que acomete em geral pessoas idosas.
Ela ocorre pela perda de neurônios do SNC em uma região conhecida como substância negra (ou nigra).
Os neurônios dessa região sintetizam o neurotransmissor dopamina, cuja diminuição nessa área provoca sintomas principalmente motores.
 Entretanto, também podem ocorrer outros sintomas, como depressão, alterações do sono,
diminuição da memória e distúrbios do sistema nervoso autônomo. Os principais sintomas motores se manifestam por tremor,
 rigidez muscular, diminuição da velocidade dos movimentos e distúrbios do equilíbrio e da marcha.
Sabe-se que os sintomas da doença devem-se à degeneração dos neurônios da substância negra,
no entanto, na maioria das vezes, é desconhecido o motivo que leva a essa degeneração.
O fator genético exerce influência, mas em números, é pouco representativo neste mal.
Os fatores que podem desencadear a síndrome parkinsoniana ou parkinsonismo, são:
 Uso exagerado e contínuo de medicamentos. Um exemplo de substância que pode causar parkinsonismo é a cinarizina,
usada freqüentemente para aliviar tonturas e melhorar a memória, a qual pode bloquear o receptor que permite a eficácia da dopamina.
Trauma craniano repetitivo. Os lutadores de boxe, por exemplo,
podem desenvolver a doença devido às pancadas que recebem constantemente na cabeça.
 Isso pode afetar o bom funcionamento cerebral.
 Isquemia cerebral. Quando a artéria que leva sangue à região do cérebro responsável pela produção de dopamina entope,
 as células param de funcionar.
Freqüentar ambientes tóxicos, como indústrias de manganês (de baterias por exemplo), de derivados de petróleo e de inseticidas.
SINTOMAS:
A progressão dos sintomas é usualmente lenta mas a velocidade com que essa progressão se desenvolve é bastante variável em cada caso.
Os primeiros sintomas da DP têm início de modo quase imperceptível e progridem lentamente o que faz com que o próprio paciente ou seus
 familiares não consigam identificar o início preciso das primeiras manifestações.
 O primeiro sinal pode ser uma sensação de cansaço ou mal estar no fim do dia.
A caligrafia pode se tornar menos legível ou diminuir de tamanho, a fala pode se tornar mais monótona e menos articulada.
O paciente freqüentemente torna-se deprimido sem motivo aparente.
Podem ocorrer lapsos de memória, dificuldade de concentração e irritabilidade.
Dores musculares são comuns, principalmente na região lombar.
O diagnóstico
Tremor: a mão ou o braço treme. O tremor também pode afetar outras áreas, como a perna, o pé ou o queixo.
Esse tremor pára durante o sono e diminui no movimento. Caracteristicamente ele inicia assimetricamente,
acometendo a extremidade de um dos membros superiores à frequência de 4-5 ciclos por segundo.
 Pode ser comparado com o movimento exibido por caixas de banco, quando estão contando dinheiro.
Rigidez: acontece porque os músculos não recebem ordem para relaxar. Pode causar dores musculares e postura encurvada.
 Bradicinesia: movimentos lentos. Iniciar movimentos exige um esforço extra, causando problemas para levantar de cadeiras e de camas.
O andar pode limitar-se a passos curtos e arrastados. Pessoas com esta doença às vezes sentem-se "congeladas",
 incapazes de mover-se. As expressões faciais e o balançar os braços enquanto caminha tornam-se mais vagorosos ou ausentes.
 Alteração no equilíbrio: a pessoa anda com a postura levemente curvada para frente,
podendo causar cifose ou provocar quedas (para frente ou para trás).
Voz: a pessoa passa a falar baixo e de maneira monótona.
 Escrita: a caligrafia torna-se tremida e pequena.
TRATAMENTO:
 medidas não-farmacológicas, medidas farmacológicas e tratamento cirúrgico.
As medidas não-farmacológicas compreendem uma série de hábitos e medidas de valor especial na DP
 por minimizar algumas de suas complicações.
Devemos deixar claro que estas medidas não atenuam a gravidade da doença ou impedem sua progressão,
 mas mantém o indivíduo melhor preparado para enfrentar as alterações orgânicas e psicológicas
decorrentes da consunção e insuficiência motora típicas desta enfermidade.
Tais medidas são:  a educação, o tratamento de suporte,  o exercício e nutrição.
O paciente precisa ser informado da natureza de sua doença, sua causa e a relação com o tratamento a ser instituído.
Considerando as alternativas farmacológicas disponíveis, pode-se afirmar que o arsenal medicamentoso antiparkinsoniano da atualidade, limita-se as seguintes opções:
selegilina;amantadina;anticolinérgicos;levodopa; agonistas dopaminérgicos.
Quanto a levodopa, inicialmente frisamos que continua sendo a principal forma de tratamento da doença de Parkinson idiopática.

TRATAMENTO CIRÚRGICO DA DOENÇA DE PARKINSON
A abordagem cirúrgica da doença de Parkinson tem quase um século.
Portanto, muito antes da introdução de medicação dopaminérgica, cirurgias já eram executadas para tratar tremor,
 rigidez e bradicinesia, com graus variáveis de sucesso.


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Alzheimer: Quanto antes souber, mais tempo você terá para lembrar...

Mal de Alzheimer
Mal ou Doença de Alzheimer é a principal causa de demência que causa problemas de memória,
 pensamento e comportamento. A doença é responsável por 50% a 80% dos casos de demência no mundo.
O Alzheimer é degenerativo, mais comum após os 65 anos de idade e caracteriza-se pela perda progressiva de células neurais
Atualmente, não existe medicação disponível para evitar esse acúmulo de proteínas,
mas há medicamentos que retardam a progressão do Alzheimer.
Os sintomas geralmente são desenvolvidos lentamente e pioram com o tempo.
Alguns pacientes conseguem ter uma redução progressiva da doença, mas outros não conseguem voltar à normalidade.
 Em casos mais graves, o paciente pode ter apatia, depressão, alucinação e pensamentos delirantes.
Na fase inicial, o paciente pode ser lembrado de informações importantes e ter o suporte da família.
Na fase moderada, tem uma dependência maior da família e, às vezes, existe mudança do comportamento.
Na fase mais grave, tem dificuldade para realizar funções básicas, como urinar, dificuldade para engolir e até agressividade.
A fase mais grave dura, em média, oito anos.
A família precisa ficar atenta a qualquer decréscimo de qualquer capacidade da pessoa,
 seja memória, dificuldade de realizar tarefas complexas, nomear coisas, problemas de linguagem.
“Nem sempre começa com problemas de memória."
Ainda não existe cura para o Mal de Alzheimer, mas alguns estudos testam medicações que poderiam estacionar a doença.
já foi provado cientificamente que a escolaridade, principalmente na fase mais básica, é um fator protetor contra o Alzheimer.
Além disso, a prática de exercícios físicos e uma dieta saudável previnem a doença.
“Algumas teorias dizem que a atividade física aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro,
aumenta a lavagem (retirada) da proteína do Alzheimer que se acumula no cérebro,
 além de melhorar o humor e a saúde em geral”,



 Gostaria também de complementar pois muita gente desconhece os sintomas de cada etapa da doença e acha que é somente a perda de memória mas não, abaixo segue os sintomas:



1ª Fase da Doença:



•A perda de memória de curto prazo (dificuldade em lembrar fatos aprendidos recentemente);
 • O paciente apresenta alteração no desempenho da capacidade de dar atenção a algo, da flexibilidade no pensamento e no pensamento abstrato;
 •Perda da memória episódica (ou autobiográfica – lembrar-se do que fez no domingo, por exemplo);
 •Certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa não sabe onde está nem em que ano está, em que mês ou que dia. Nessa fase, pode-se observar apatia, como o sintoma bastante comum.




2ª Fase - considerada como Demência inicial:



•Aumentam a dificuldade em reconhecer e identificar objetos (agnosia) e a execução de movimentos (apraxia).
 •A memória semântica (de fatos acontecidos no mundo e história geral, significado das palavras e coisas) e a memória implícita (memória de como fazer as coisas) não são tão afetadas como a memória de curto prazo (recente) e a memória de longa duração episódica (autobiográfica ou história da própria vida);
 •Diminuição do vocabulário e dificuldade falar, que levam a um empobrecimento geral da linguagem;
 •O paciente pode parecer desleixado ao efetuar certas tarefas simples do dia-a-dia (escrever, vestir-se, lembrar de tomar a medicação etc.) devido à dificuldade de fazer a sequência dos movimentos necessários para completar uma tarefa;
 •A continência urinária e os cuidados diários com higiene precisam ser realizados junto com o paciente;
 •Os problemas de comportamento são comuns e se agravam diante de situações não familiares, cansaço, surpresas e por vezes em determinados períodos do dia (como por exemplo, no fim de tarde);
 •As atividades físicas devem ser mantidas em horários regulares, realizadas por profissional especializado, com frequência de 3 a 5 vezes por semana.

3ª Fase:



•A degeneração progressiva dificulta a independência;
 •A dificuldade na fala torna-se evidente devido à impossibilidade de se lembrar de vocabulário;
 •Progressivamente, o paciente vai perdendo a capacidade de ler e de escrever e deixa de conseguir fazer as mais simples tarefas diárias;
 •O paciente pode deixar de reconhecer os seus parentes e conhecidos;
 •A memória de longo prazo vai-se perdendo e alterações de comportamento podem se agravar. As manifestações mais comuns são a apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataques inesperados de agressividade ou resistência ao cuidado;
 •Presença de ilusões/alucinações.

4ª Fase - Fase final:



•Completamente dependente das pessoas que tomam conta dele;
 •A linguagem está agora reduzida à simples frases ou até as palavras isoladas, levando, eventualmente, a perda da fala;
 •A agressividade ainda pode estar presente, e a apatia extrema e o cansaço são resultados bastante comuns;
 •Os pacientes podem não conseguir desempenhar as tarefas mais simples sem ajuda, tal como levar o copo à boca. Este estágio é seguido pelo término da vida, causado não pela Doença de Alzheimer, mas por outro fator externo (pneumonia, por exemplo).