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Nomenclatura em clínica cirúrgica

Enfermageando

Ola pessoas,boa noite,como andas a vida?Olha que eu estou aqui estudando a um tempão e ainda não consegui entender nadica de dada,nomenclatura e complicado meio decoreba isso e que e mas difícil do que entender,eu tenho muita dificuldade em decorar,mas do que entender,mas quem sabe explicando um pouco do jeito que eu consegui entende talvez eu esteja errada,achando que não sei nada,bora descomplicar tudo?
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Passagem de plantão (ENFERMAGEM)

Enfermageando

Ola boa tarde pessoas,hoje eu queria ser criativa,e vim falar de comunicação,é isso mesmo comunicação...Uma passagem de plantão nada mas é do que uma boa comunicação,a comunicação é na verdade, um processo que mobiliza todas as ações humanas,ela e capaz de dar suporte a organização,funcionamento a todos os grupos sociais,tendo habilidade em se comunicar, o indivíduo enriquece o seu referencial de conhecimentos, transmite sentimentos e pensamentos, esclarece, interage e conhece o que os outros pensam e sentem.VEM COMIGO EXPLORAR MAS!
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Um bom relatório de enfermagem



Ola amigos do blog,vamos falar e aprender um pouco sobre relatório de enfermagem,hoje fui pega de surpresa quando minha professora pediu que eu fizesse um bom relatório de enfermagem,porem nunca avia feito na vida rsrs ,mas fiz ela disse: e por ai.Então pensei não pode ser só por ai tem que saber fazer,comecei a pesquisar para ter um melhor entendimento sobre o assunto e dividir com você,só para lembrar Florence Nightingale foi quem estabeleceu bases da enfermagem moderna, onde entram relatos de enfermagem.
 vamos nessa!
Entendi que todos os sintomas e procedimentos efetuados serão de muita utilidade para toda a equipe de enfermagem até porque muda a cada turno horário e se torna necessário manter a informação sucessivamente atualizada por isso algumas indicações básicas serão necessárias,mas quais seriam essas indicações básicas ?
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PUNÇÃO VENOSA

Ola amigos do blog,sempre que venho com algumas postagens venho sempre pensando em ajudar, e esta postagem podem ter certeza vai ajudar e muito esta bem resumido com uma ótima explicação, bom vamos ao que interessa vu ala!

VIA ENDOVENOSA

É a via onde se tem a mais rápida ação do fármaco administrado, porque há a introdução da medicação diretamente na veia.
-Os medicamentos injetados na veia devem ser soluções solúveis no sangue. Podem ser líquidos hiper, iso ou hipotônicos, sais orgânicos, eletrólitos, medicamentos não oleosos e não deve conter cristais visíveis em suspensão. -Deve-se preferir puncionar, inicialmente, membros superiores, evitando-se articulações. Sempre iniciar da parte mais distal para o proximal.
Indicações para instalação de um acesso venosos
Administração contínua ou intermitente de fluídos intravenosos, medicamentos, hemotransfusão ou quimioterapia.
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Cateterismo Vesical

O cateterismo vesical  consiste na instalação de um cateter desde uretra até a bexiga com a finalidade de drenar urina
É muito comum em clientes hospitalizados e constitui-se com o principal fator de risco para infecção urinária, prolongando  em até 10 dias o período de internação
A infecção urinária em cliente hospitalizados é mais grave que nos ambulatoriais porque:

Geralmente são portadores de patologias que comprometem seu mecanismo de defesa
Os agentes causadores são germes hospitalares, mais resistentes aos antibióticos

Os mecanismos de contágio mais comuns são:
Contaminação no momento da sondagem, por microorganismos da região perineal.
Através das mãos dos profissionais de saúde.
Migração retrógrada dos microorganismos pela luz do catéter*.
Por soluções antissépticas contaminadas, instrumental, etc.
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Curativo


Classificação das Feridas

-Agudas: Causadas por traumas. O processo de cicatrização *  acontece
sem intercorrências. A cura pela regeneração se dá em um processo oportuno e ordenado.

-Crônicas: Feridas de longa duração ou de reincidência freqüente,na qual observa-se falha no processo adequado e oportuno para reparar a integridade anatômica e funcional

-Cirúrgica:















-Não-cirúrgica

-Superficial: Atinge apenas a epiderme

-Perda parcial: Atinge as camadas mais profundas da epiderme  e derme

-Perda Total: Atinge as camadas mais profundas da pele, como TSC, músculo e osso.
Limpa: condições assépticas e isenta de microorganismo

-Contaminada: com presença de agente infeccioso apenas colonizando a área *

-Infectada: Agente infeccioso ganha as camadas mais profundas do segmento afetado no local. Evidente reação inflamatória.

Colonização X Infecção

Colonização
Presença de microrganismos sem sinais ou sintomas de infecção
Todas as feridas crônicas são colonizadas em vários graus

Infecção
Presença de microrganismos com sinais e sintomas de doença
Eritema
Edema
Alterações nas características da drenagem
Aumento do odor
Febre

-Cicatrização de 1a. intenção: Decorrente de instrumentos cortantes, com bordos regulares e de ajuste por suturas por planos anatômicos. Na cicatrização primária não há perda tecidual.

-Cicatrização de 2a. intenção: Perda acentuada de tecido, sem possibilidade de fechamento por bordas. Logo a evolução cicatricial da ferida é espontânea

-Fechamento primário retardado ou tardio:  Através de fechamento de bordos por sutura, após granulação da ferida.

Precauções
A limpeza deve ser feita da área menos contaminada para a área mais contaminada, evitando-se movimentos de vaivém

Nas feridas cirúrgicas, a área mais contaminada é a pele localizada ao redor da ferida

Nas feridas infectadas a área mais contaminada é a do interior da ferida.
Material necessário para o curativo cirúrgico

Material necessário para o curativo cirúrgico

Curativo cirúrgico com utilização do pacote


-EPI (capote, luva de procedimento, óculos e máscara)
-Pacote de curativo estéril contendo: 1 pinça kelly, 1 pinça anatômica.
-1 pacote de gaze estéril contendo 10 unidades
-Álcool à 70%
-Tesoura (se necessário)
-Atadura (se necessário)
- Fita adesiva, microporosa ou esparadrapo (se necessário)
Curativo Cirúrgico
Reunir o material necessário, paramentado
Lavar as mãos
Explicar ao cliente o procedimento a ser realizado
Com a luva de procedimento, retirar cobertura secundária e expôr a área
Abrir o pacote de curativo *
Com o auxílio das pinças, preparar a “boneca” de gaze.
Umidecer  esta “boneca” com o  álcool à 70 %
Aplicar na ferida, unidirecionalmente. Repetir este procedimento três vezes
Realizar a antissepsia da borda da anterior/superior e posterior/inferior. Repetir este procedimento três vezes
Ocluir com gaze estéril, atadura e/ou fita adesiva/microporosa/esparadrapo

Material necessário para o curativo
Técnica Asséptica na Presença de tecido viável

-EPI (capote, luva de procedimento, óculos e máscara)
-Cobertor ou colcha
-Impermeável
-Bandeja ou bacia estéril
-Pacote de curativo estéril contendo: 1 pinça kelly, 1 pinça anatômica,
- 2 pacotes de gaze estéril
-1 frasco de soro fisiológico
-Cuba redonda estéril
-Luva estéril
-Seringa descartável de 20cc
-Agulha descartável 40X12
-Tesoura
-Atadura
-Fita adesiva

Técnica Asséptica na Ausência de Tecido viável

-EPI (capote, luva de procedimento, óculos e máscara)
-Bandeja ou bacia estéril
-Cobertor ou colcha
-Impermeável
-Pacote de curativo estéril contendo: 1 pinça kelly, 1 pinça anatômica
- 2 pacotes de gaze estéril
-1 frasco de soro fisiológico
-Tesoura
-Atadura
- Fita adesiva

Curativo de tecido viável

-Reunir o material necessário
-Lavar as mãos
-Explicar ao cliente o procedimento a ser realizado
-Apoiar o segmento corporal que será realizado o procedimento sobre o cobertor/colcha protegica pelo impermeável.
- Acomodar este segmento sobre a bandeja/bacia estéril
-Com a luva de procedimento, retirar cobertura secundária, expôr a área e avaliar característica do leito
-Abrir o pacote de curativo
-Depositar todo o material sobre o campo
-Preencher a cuba redonda com o SORO FISIOLÓGICO(termo técnico SF)
-Calçar a luva estéril e conectar a seringa à agulha
-Aspirar o SF com a seringa
-Aplicar SF aquecido através de jatos realizados pelo conjunto da seringa com a agulha
-Com auxílio da “boneca de gaze” realizar a limpeza da pele íntegra ao redor e depois secá-la.
-Manter a interface da ferida úmida.
-Aplicar a cobertura primária de escolha
-Ocluir com gaze estéril
-Aplicar a atadura e fixar com fita adesiva

Curativo com tecido inviável

Reunir o material necessário
-Lavar as mãos
-Explicar ao cliente o procedimento a ser realizado
-Apoiar o segmento corporal que será realizado o procedimento sobre o cobertor/colcha protegica pelo impermeável.
-Acomodar este segmento sobre a bandeja/bacia estéril
-Com a luva de procedimento, retirar cobertura secundária, expôr a área e avaliar característica do leito
-Abrir o pacote de curativo
-Realizar a limpeza do leito com SF aquecido com auxílio de uma “ boneca de gaze”
-Com auxílio de uma “boneca de gaze” realizar a limpeza da pele íntegra ao redor e depois seca-la
-Manter a interface da ferida úmida.
-Aplicar a cobertura primária de escolha
-Ocluir com gaze estéril

-Aplicar a atadura e fixar com fita adesiva
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Tipos de leitos

enfermageando
O leito é um fator importante na obtenção de repouso e conforto.
Objetivos:
Proporcionar repouso, conforto, segurança e bem estar ao paciente.
Economizar tempo e energia da equipe de enfermagem.
Manter a unidade com aspecto agradável.
Tipos de leitos
Cama fechada : sem a ocupação do leito paciente. Permanece fechada até a admissão de um novo paciente.
Cama aberta : com ocupação do leito paciente, que pode ou não se locomover.
Cama  cirúrgica: deve ser preparada logo após o encaminhamento do paciente para cirúrgica facilitando sua recepção ao retorno do centro cirúrgico.
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“Urgência e emergência”

 

Ola pessoal mas uma vesz venho trazendo uma grandiosa matéria por sinal muito utilizada nos procedimentos de enfermagem “ aplicação de injeções” é muito importante dentro do atendimento como um todo na ENFERMAGEM. E realizá-lo com qualidade implica numa série de conhecimentos básicos,que se corretamente seguidos, vão garantir segurança . Algumas informações sobre o assunto, poderão ser complementadas com cursos e treinamentos adequados. Para trabalhar corretamente, devemos observar nossa aparência pessoal, o ambiente (no caso, a sala de aplicações)e as técnicas para cada tipo de via de administração (injeção intradérmica, subcutânea, intramusculare intravenosa)
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BANHO

Tipos:
1- Aspersão : banho de chuveiro;
2- Imersão : banho na banheira;
3- Ablução : jogando pequenas porções de água sobre o corpo;
4- No leito : usado para pacientes acamados em repouso absoluto.
banho de leito

Banho no leito:
– É a higienização total ou parcial do corpo executada em pacientes acamados, impossibilitados de sairem do leito
– Um banho completo no leito limpa a pele, estimula a circulação, proporciona um exercício leve e promove conforto.
– O banho possibilita ao enfermeiro avaliar a condição da pele, a mobilidade articular e a força muscular.
– O banho pode ser completo ou parcial.


Finalidades:
– Limpeza da pele;
– Estimular a circulação;
– Propiciar observação do estado da pele e geral;
– Proporcionar conforto físico e mental;
– Promover o relaxamento muscular;
– Aliviar a sensação de fadiga e desconforto da posição permanente e da umidade produzida pelo calor.

Material necessário
Jarro com água morna; balde
Roupa de uso pessoal; material para higiene oral
Luvas de banho;toalha
Desodorante;sabonete;cuba rim forrada com papel
Talco ou creme; roupa de cama
Pente;comadre ou papagaio
Saboneteira ou cuba rim;luvas de procedimento
Bacia;biombo
Técnica para o banho no leito
• Lavar as mãos;
• explicar o procedimento e finalidade ao paciente;
• fechar as portas e janelas;
• proteger com biombo a unidade;
• desocupar a mesa-de-cabeceira;
• reunir o material e colocá-lo sobre a mesa-de-cabeceira;
• calçar luvas de procedimento;
• oferecer a comadre ao paciente;
• desprender a roupa de cama;
• colocar a roupa dobrada e na ordem em que vai ser usada, sobre o espaldar da cadeira aos pés da cama;
• fazer a higiene oral do paciente;
 Higiene oral do paciente:

Material:
Escova de dente; dentifrício; copo descartável com água; toalha de rosto; cuba-rim; espátula; canudo s/n; lubrificante labial (vaselina); anti-septico oral (Cepacol); luva de procedimento; gaze.
Caso não tenha escova, utilizar uma espátula enrolada com gaze.
Procedimento (paciente com pouca limitação)
em posição de Fowler e com a cabeça lateralizada;
proteger o tórax com a toalha de rosto;
colocar a cuba-rim sob a bochecha;
solicitar para que abra a boca ou abri-la com auxíliio da espátula;
utilizar a escova com movimentos da raiz em direção à extremidade dos dentes. Fazer cerca de 6 a 10 movimentos em cada superfície dental, com pressão constante da escova;
repetir esse movimento na superfície vestibular e lingual, tracionando a língua com espátula protegida com gaze, s/n;
oferecer copo com água para enxaguar a boca;
utilizar canudo s/n.
Procedimento (paciente com prótese)
Solicitar que retire a prótese ou fazer por ele, utilizando a gaze;
Colocá-la na cuba rim;
Escovar a gengiva, palato e língua, se o paciente não puder fazê-lo;
Oferecê-la para que o paciente coloque-a ainda molhada.
TÉCNICA: LIMPEZA DO CORPO•Retirar a roupa até a supra púbica protegendo o tórax e abdome com o lençol de cima
•Colocar uma toalha sobre o tórax e sob os braços
•Começar do distal para o proximal.
•Lavar, enxaguar e enxugar o braço mais distante com movimentos longos e firmes do punho até a axila (mas sem lavá-las)
•Colocar a mão do paciente na bacia; lavar, enxaguar e enxugar a mão, principalmente nos interdígitos, observando condições das unhas.
•Repetir ir o procedimento com o braço e mão proximal.
•Descobrir o tórax e abdômen. Lavar, enxaguar e enxugar o abdome, tórax e pescoço, com movimentos circulares (de baixo para cima) ativando a circulação, observando as condições da pele e mamas;
•Lavar, enxaguar e secar axilas
•Hidratar toda região limpa, menos a face
•Cobrir o tórax com lençol limpo, abaixar o lençol em uso protegendo a região genital;
•Lavar, enxaguar e enxugar os MMII do tornozelo à raiz da coxa começando do mais distante
•Colocar um dos pés na bacia; lavar, enxaguar e enxugar o pé, principalmente nos interdígitos, observando condições das unhas.
•Repetir o procedimento com o outro membro
•Hidratar toda região limpa
•Cobrir os membros e lateralizar o paciente
•Posicionar em decúbito lateral; lavar, enxaguar e enxugar o dorso iniciando da região lombar à região torácica
•Lavar, enxaguar e enxugar a região glútea; (retirar excesso de fezes se for o caso)
•Hidratar toda região limpa
•Afastar os lençóis para o centro da cama;
•Fazer limpeza concorrente com pano e álcool á 70% no mesmo sentido (em direção ao centro da cama)
•Colocar os lençóis, impermeável e travessa na ordem padronizada;
•Retornar paciente ao centro da cama e em seguida virá-lo para o outro lado
•Puxar o lençol sujo e colocar no hamper
•Executar a limpeza concorrente do lado oposto (sentido centro para fora)
•Puxar os lençóis conforme padronizado
•Voltar o paciente em decúbito dorsal
•Colocar a aparadeira forrada com impermeável, toalha ou saco de lixo;
•Retirar luvas e lavar as mãos para proceder à higiene íntima;
TÉCNICA: HIGIENE ÍNTIMA ou EXTERNA NA MULHER
•Calçar as luvas
•Colocá-la em posição litotomica, protegendo-a com lençol em diagonal
•Proteger a região inguinal com gaze ou compressas
•Irrigar a vulva com água, ensaboar a região pubiana, com movimentos circulares, da parte distal para proximal.
•Lavar grandes lábios e irrigar com água desde o púbis
•Afastar os grandes lábios, lavar meato urinário e intróito vaginal, no sentido antero-posterior, sem atingir o ânus;
•Irrigar a região com água limpa,
•Secar região, antes de fechar os grandes lábios
•Lavar por último a região perianal de cima para baixo.
•Enxugar local com gaze ou compressa, podendo utilizar as compressas da região inguinal
•Retirar aparadeira
TÉCNICA: HIGIENE ÍNTIMA ou EXTERNA NO HOMEM
•Calçar luvas
•Colocá-lo em posição litotomica protegendo-o com lençol em diagonal
•Proteger a região inguinal com gazes ou compressas
•Irrigar toda região, ensaboar a região pubiana e inguinal com movimentos circulares, da parte distal para proximal.
•Irrigar novamente para retirada do sabão
•Afastar o prepúcio para baixo (em pacientes não circuncidados), iniciar a limpeza, umedecendo desde o meato, limpa-lo com gaze umedecida SEM SABÃO, quantas vezes for preciso;
•Lavar COM SABÃO a glande e bálamo-prepucial
•Irrigar a região e secar
•Retornar o prepúcio para região original (se for o caso)
•Ensaboar, lavar e enxaguar o corpo do pênis e bolsa escrotal
•Ensaboar, lavar e enxaguar região perianal e ãnus
•Secar toda região úmida com as compressas laterais.
•Retirar a aparadeira;
FINALIZAÇÃO DO PROCECIMENTO
•Hidratar a pele com movimentos circulares• vestir o paciente;
• colocar o lençol de cima sobre o que está cobrindo o paciente e retirar o de baixo;
• deixar o lençol de cima solto, fazendo uma dobra sobre os pés;
• recompor a unidade;
• retirar as luvas;
• lavar as mãos;
• fazer as anotações no prontuário.
Ola amigos do blogger,deixando aqui mas uma postagem bem legal para quem quer ou precisa entender melhor sobre o assunto:
“banho no leito”.
Obrigado e ate breve!
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Técnica para calçar luvas estéreis

O procedimento de calçar um par de luvas estéril, requer técnica correta, para evitar a contaminação da luva, pois pode ocorrer contaminação com muita facilidade, por isso requer muita atenção.

As luvas estéreis, devem ser utilizadas sempre que ocorrer a necessidade de manipulação de áreas estéreis. Existem vários procedimentos que exigem utilização de luvas estéreis, entre eles os procedimentos cirúrgicos, aspiração endotraqueal, curativos extensos que se tornam difíceis realizar somente com material de curativo. Resumindo, em qualquer ocasião que for necessário auxílio manual em locais estéreis ou em lesões, usa-se as luvas esterilizadas.

Após realizar a lavagem correta das mãos, abra o pacote de luva sobre uma superfície limpa, e a altura confortável para sua manipulação.

 

calçar luvas

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TRANSFERÊNCIA DE PACIENTES:

bom sempre com o intuito de ajudar e ser ajudada,desta vez venho deixar algumas dicas sobre como realizar a transferência de pacientes.
 
 SEGURANÇA E CONTRA-INDICAÇÕES
Considera-se a transferência do paciente segura quando:
1. A equipe responsável pelo paciente sabe como realizá-la,ou seja, deve haver  principalmente, planejamento para fazê-la
2. Se assegura a integridade do paciente, evitando o agravamento de seu quadro clínico.
 
Algumas dicas :

A expressão: “erga o paciente com suas pernas e não com suas costas” é um lembrete essencial para uma mecânica corporal adequada.
Sempre mantenha o paciente o mais próximo possível de você durante a transferência
 (isto é essencial se você estiver tentando passá-lo para de pé).
Mantenha seus braços e o paciente o mais próximo do seu corpo para que suas pernas trabalhem de forma mais eficiente e também para manter o equilíbrio.
Dobre seus joelhos enquanto mantém suas costas o mais eretas possível.
Evite rotações de tronco e inclinações laterais.
Explique ao paciente o seu plano de vôo e comunique antecipadamente cada etapa da transferência que você estiver realizando.
Tenho como hábito deixar bem claro ao paciente que caso haja alguma intercorrência, ou se ele (paciente) por qualquer motivo se sentir inseguro e quiser retornar ao leito, que o avise, e mantenha a calma, pois a qualquer momento é possível retorná-lo ao leito com total segurança.
Reconheça quando não for possível realizar sozinho a transferência do paciente.
 Não é vergonha nenhuma pedir ajuda nestas horas.
 
Transferir o cliente do leito para uma poltrona ou cadeira de rodas:

• Colocar a cadeira ao lado da cama, com as costas para o pé da cama
• Travar as rodas e levantar o apoio para os pés
• Sentar o cliente na beira da cama
• Calçar o cliente com sapato ou chinelo antiderrapante
• Segurar o cliente pela cintura, auxiliando-o a evantar-se, virar-se e sentar-se na cadeira
 


Trasnferir o paciente do leito para uma maca:

não existe maneira segura para realizar uma tranferencia manual do leito para uma maca.
Existem equipamentos que devem ser utilizados,como as pranchas e os plásticos resistentes de
transferências nesse caso, o paciente deve ser virado para que se acomode o material sob ele.
Volta-se o paciente para a posição supina, puxando-o para a maca com a ajuda do material ou do lençol devem participar desse procedimento quantas pessoas forem necessárias, dependendo das condições e do peso do cliente.
 Nunca esquecer de travar as rodas da cama e do leito e de ajustar sua altura.


 
referencias:Revista da Escola de Enfermagem da USP
imagem:google
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Posicionamentos do paciente no leito

Há diferentes posições com a finalidade de proporcionar conforto, realizar exames, tratamentos e cirurgias .
A enfermagem deve conhece-las para ajudar o paciente a adotar posições específicas .

 Existem sete posições BÁSICAS para o paciente acamado.(Decúbito é estar deitado)

1- decúbito dorsal horizontal:
DORSAL: costas
Horizontal é estar paralelo ao chão
dorsal ou supina(pessoa que deita com a barriga voltada para cima)
horizontal ou supina
O paciente se deita de costas no colchão, com extremidades inferiores apoiadasem coxim e superiores sobre o abdome .
 Sob a cabeça coloca-se um travesseiroCobre-se o paciente com lençol .
Esta posição é muito utilizada para exame físico


2- decúbito ventral:
 ventral ou prona(pessoa que deita de bruços)
É a posição em que o paciente fica deitadosobre o abdome, com a cabeça lateralizada .
 É indicada para exames da colunavertebral e região cervical


3- decúbito lateral direito;

4- decúbito lateral esquerdo:
O paciente assume posição lateral esquerda  .
 O membro inferior queestá sob o corpo deve permanecer esticado e o membro inferior acima devepermanecer flexionado .
Essa posição é utilizada para enemas, repouso


5- semi decúbito de fowler:
(variável da supina, porém a cabeceira é elevada a um angulo de 45° a 60° e os joelhos são ligeiramente elevados)
Posição em que o paciente fica semi sentado, comapoio sob os joelhos .
 É indicada para descanso, para pacientes com dificuldades respiratórias


6- posição de sims:
(similar a posição lateral, mas o peso do paciente é colocado no ilíaco anterior, úmero e clavícula)


7- posição sentado.

Outras posições:

- ginecológica:
A pessoa fica deitada de costas, com as pernas flexionadas em suportes(perneiras ) .
Cobre-se a paciente com lençol em diagonal .
Esta posição éutilizada para cirurgias por vias baixas, exames ginecológicos.
As coxas, bem afastadas uma da outra são flexionadas sobre oabdome .


- litotomia:
É considerada uma modificação da ginecológica .
A paciente é colocada em decubito dorsal, com ombros e cabeça ligeiramenteelevados .
As coxas, bem afastadas uma da outra são flexionadas sobre oabdome .
Essa posição é utilizada para partos normais, cirurgias ou exame doperíneo, vagina e bexiga .


- genu- peitoral:
O paciente se mantem ajoelhado sobre o colchão com o tórax na cama .
 Osmembros superiores ficam flexionados nos cotovelos, repousam sobre a cama,auxiliando a amparar o paciente
Esta posição é utilizada para exames vaginais e retais


- trendelemburg:
(variável da supina, onde a parte superior do dorso e abaixada e os pés são elevados numa angulação de 10° a 15°)
É indicada para facilitar drenagem de secreções brônquicas e para melhorar oretorno venoso .


- ereta.

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Pressão arterial

<A pressão arterial é o que faz com que o sangue circule pelo organismo e se inicia a partir das batidas do coração. É a força do bombeamento de sangue feito pelo coração nos vasos. O coração bate e o sangue é jogado pelas artérias. Nesses vasos sanguíneos, as artérias, suas paredes contraem e relaxam para que o sangue circule por todas as partes do corpo. A pressão arterial pode ser alterada, dependendo do volume e espessura do sangue, da frequência cardíaca e da elasticidade dos vasos.


Os batimentos do coração resultam em um volume de sangue que passa pela artéria aorta e quando ele passa pelas artérias, ocorre uma contração, para que ele seja lançado para frente. Esse processo é necessário para que o sangue chegue em partes distantes do corpo, como os pés. A pressão arterial pode alterar com base nas atividades realizadas pela pessoa durante o dia. Ela aumenta quando as pessoas realizam atividades físicas  e abaixa quando o corpo está calmo ou quando se dorme.


Não existe um valor exato; porém, a pressão de 120/80 mmHg representa um número ideal. O símbolo mmHg que dizer uma medida de pressão calibrada em milímetros de mercúrio. O número que representa um valor maior recebe o nome de sistólico e representa a pressão da artéria quando o coração bombeou o sangue. Já o segundo número, representado por um valor menor, recebe o nome de diastólico e faz referência à pressão nessa mesma artéria quando o coração fica relaxado depois de contrair. O dia 26 de abril é considerado o Dia Nacional de Combate à Hipertensão. Em 2011, foi aprovada uma lei que disponibiliza medicamentos gratuitos para quem possui hipertensão. Esses remédios são distribuídos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), pelo programa farmácia popular, do Governo Federal.

Avaliação da Pressão Arterial

Sistólica              Diastólica               Nível

130                    85                   Normal
130-139               85-89              Normal limítrofe
140-159               90-99              Hipertensão leve
160-179               100-109            Hipertensão moderada
Acima de 179      Acima de 109    Hipertensão grave e severa
Acima de 140      Menor que 90   Hipertensão Sistólica Isolada

referências:Guia online da pressão alta
imagem:google>
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Como aferir a Pressão Arterial



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materia de procedimentos,na qual minha turma teve um pouco de dificuldades em questao "Como aferir a Pressão Arterial" decidi me dedicar um pouco mas no assunto e postei este resumo.

A pressão arterial é medida em dois tipos, a pressão arterial sistólica e a pressão arterial diastólica. Principalmente porque esta sofre algumas oscilações ao longo do seu caminho por todo o corpo, daí existir dois valores que são necessários para definir qual é a sua pressão arterial no momento.

Pressão arterial sistólica – geralmente este valor é denominado de pressão arterial máxima, e é correspondente ao valor medido no momento em que o ventrículo esquerdo bombeia uma quantidade de sangue para a aorta. Normalmente este valor pode variar entre os 120 a 140 mmHg, sendo estes os valores mais comuns para que tenha a sua pressão dentro dos valores normais.

Pressão arterial diastólica – normalmente este valor é conhecido como a pressão arterial mínima, correspondente ao momento em que o ventrículo esquerdo volta a encher-se para retomar todo o processo da circulação. Este valor geralmente está dentro da média dos 80 mmHg.
A verificação da pressão arterial tem como finalidade fornecer subsídio para a Atenção Farmacêutica e o monitoramento da terapia medicamentosa, visando à melhoria da qualidade de vida, não possuindo, em nenhuma hipótese, o objetivo de diagnóstico.

Devemos dizer aferir ou medir a pressão arterial?
 AFERIR - Ajustar ao padrão, apurar a exatidão de, conferir, calibrar.
MEDIR - 1 Determinar a medida, extensão ou grandeza de...
Então vocë pode perceber que é apenas uma questão de purismo de linguagem.
Algumas dicas importantes antes de suas verificações:
1.esteja sentado e recostado e fique pelo menos 5 minutos descansando antes de realizar a medição;
2.esteja calmo e relaxado;
3.não esteja com a bexiga cheia,
4.não tenha praticado exercícios físicos 1h antes da medida;
5.não tenha tomado bebida alcoólica;
6.não tenha fumado nos 30 minutos que antecedem a tomada da pressão;
7.não fale durante a medicação.


REFERÊNCIA: Guia Online da Pressão Alta
Imagens: Google>
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SINAIS VITAIS

<hoje venho atravez do meu blogger tentar passar tudo o que entendi sobre o assunto "Sinais vitais",assim posso além de estudar um pouco e entender melhor o assunto,quem sabe ajudar outras pessoas com um bom resumo de estudo.


Os sinais vitais incluem a medida fisiológica da temperatura, pulso, pressão arterial, respiração e dor;

Medida fisiológica daTemperatura
A temperatura é a medida do calor do corpo: é o equilíbrio entre o calor produzido e o calor perdido. Tempo para deixar o termômetro no paciente é de 5 a 10 minutos.

- Valores da temperatura:
É considerado normal 36ºC a 37ºC
Temperatura axilar- 36ºC a 36,8ºC
Temperatura inguinal- 36ºC a 36,8ºC
Temperatura bucal- 36,2ºC a 37ºC
Temperatura retal- 36,4ºC a 37,2ºC


Pulso e a respiração
O pulso e a respiração devem ser verificados no mesmo procedimento, pois o paciente pode interferir, parando ou alterando o ritmo respiratório.


Pulso
O pulso radial é habitualmente o mais verificado.
Média normal do pulso:
Lactentes: - 110 a 130 bpm (batimentos por minuto)
Abaixo de 7 anos: - 80 a 120 bpm
Acima de 7 anos: - 70 a 90 bpm
Puberdade: - 80 a 85 bpm
Homem: - 60 a 70 bpm
Mulher: - 65 a 80 bpm
Acima dos 60 anos: - 60 a 70 bpm

Respiração
A principal função da respiração é suprir as células do organismo de oxigênio e retirar o excesso de dióxido de carbono.
Valores normais:
Homem: - 16 a 18 mpm (movimentos por minuto)
Mulher: - 18 a 20 mpm
Criança: - 20 a 25 mpm
Lactentes: - 30 a 40 mpm

Pressão Arterial
É a medida da força do sangue contra as paredes das artérias. A medida da pressão arterial compreende a verificação da pressão máxima chamada sistólica e pressão mínima diastólica.

- Valores normais para um adulto:
Pressão sistólica: 140x90mmHg
Pressão diastólica: 90x60mmHg

Dor: quinto sinal vital,Avaliação da Dor, Assistência ao Paciente, Cuidados de Enfermagem

A Dor é um sintoma que acompanha, de forma transversal, a generalidade das situações patológicas que requerem cuidados de saúde.
O controlo eficaz da Dor é um dever dos profissionais de saúde, um direito dos doentes que dela padecem e um passo fundamental para a efectiva humanização das Unidades de Saúde.
 Existem, actualmente, diversas técnicas que permitem, na grande maioria dos casos, um controlo eficaz da Dor.
 ESCALAS DE AVALIAÇÃO DA DOR
Para uma correcta avaliação da intensidade da Dor é necessária a utilização de uma linguagem comum entre o profissional de saúde e o doente, que se traduz por uma padronização da escala a utilizar e pelo ensino prévio à sua utilização.

*A Escala Visual Analógica consiste numa linha horizontal, ou vertical, com 10 centímetros de comprimento,
que tem assinalada numa extremidade a classificação “Sem Dor” e, na outra, a classificação “Dor Máxima”.
 O doente terá que fazer uma cruz, ou um traço perpendicular à linha, no ponto que representa a intensidade da sua Dor.
Há, por isso, uma equivalência entre a intensidade da Dor e a posição assinalada na linha recta.
Mede-se, posteriormente e em centímetros, a distância entre o início da linha, que corresponde a zero e o local assinalado,
obtendo-se, assim, uma classificação numérica que será assinalada na folha de registo.

*A Escala Numérica consiste numa régua dividida em onze partes iguais, numeradas sucessivamente de 0 a 10.
 Esta régua pode apresentar-se ao doente na horizontal ou na vertical.
Pretende-se que o doente faça a equivalência entre a intensidade da sua Dor e uma classificação numérica,
 sendo que a 0 corresponde a classificação “Sem Dor” e a 10 a classificação “Dor Máxima” (Dor de intensidade máxima imaginável).
A classificação numérica indicada pelo doente será assinalada na folha de registo.

*Na Escala Qualitativa solicita-se ao doente que classifique a intensidade da sua Dor de acordo com os seguintes adjectivos:
“Sem Dor”, “Dor Ligeira”, “Dor Moderada”, “Dor Intensa” ou “Dor Máxima”. Estes adjectivos devem ser registados na folha de registo.

*Na Escala de Faces é solicitado ao doente que classifique a intensidade da sua Dor de acordo com a mímica representada em cada face desenhada,
 sendo que à expressão de felicidade corresponde a classificação “Sem Dor” e à expressão de máxima tristeza corresponde a classificação
“Dor Máxima”. Regista-se o número equivalente à face seleccionada pelo doente.="" data-blogger-escaped-sua="">
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TÉCNICA DA LAVAGEM DAS MÃOS

1.Ficar em posição confortável, sem tocar na pía: abrir a torneira molhando as mãos (uau!);
2.Ensaboar as mãos usando sabão líquido, por aproximadamente 15 segundos, mantendo os dedos para cima;
3.Friccionar bem uma mão na outra;
4.Friccionar os espaços entre um dedo e outro;
5.Friccionar o dedo polegar direito e esquerdo;
6.Ensaboar as unhas, friccionando-as dentro da mão;
7.Manter as mãos em forma de concha e na posição vertical, enxaguá-la, retirando todo o sabão e resíduos;
8.Enxugar as mãos com toalha de papel descartável, iniciando a técnica pela ponta dos dedos até o centro das mãos.
 Só enxugar a região do pulso depois de estar com as mãos enxutas.
9.Caso sua torneira seja de abrir com o uso das mãos, ensaboe-a antes de lavar as mãos e feche-a com auxílio de papel toalha

A lavagem de mãos (com água e sabão) é de fundamental importância para prevenirmos infecções hospitalares,
mas não é só uma obrigação dos profissionais da saúde, mas também de nós, da população em geral principalmente
 quando vamos visitar um ente querido no hospital. Lavar as mãos não é só um ato que fazemos antes das refeições ou ao usarmos o banheiro.
Algumas regras são muito importantes, nós também somos responsáveis pela prevenção de infecções.
Vamos procurar segui-las:

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Escara(ÚLCERA POR PRESSÃO)

ÚLCERAS POR PRESSÃO O que é?A úlcera de pressão pode ser definida como uma lesão de pele causada pela interrupção sangüínea em uma determinada área, que se desenvolve devido a uma pressão aumentada por um período prolongado. Também é conhecida como úlcera de decúbito, escara ou escara de decúbito. O termo escara deve ser utilizado quando se tem uma parte necrótica ou crosta preta na lesão.Como se desenvolve?A úlcera de pressão se desenvolve quando se tem uma compressão do tecido mole entre uma proeminência óssea e uma superfície dura por um período prolongado. O local mais freqüente para o seu desenvolvimento é na região sacra, calcâneo, nádegas, trocânteres, cotovelos e tronco.Quais as causas e fatores de risco?São vários os fatores que podem aumentar o risco para o desenvolvimento da úlcera de pressão como: imobilidade, pressões prolongadas, fricção, traumatismos, idade avançada, desnutrição, incontinência urinária e fecal, infecção, deficiência de vitamina, pressão arterial, umidade excessiva, edema.Estágios da úlcera de pressãoAs úlceras de pressão podem classificadas em:      Estágio I
 quando a pele está intacta, mas se observa vermelhidão e um pouco de ulceração de pele.
 Estágio II
 quando a pele já está perdendo sua espessura, manifestando abrasão, bolha ou cratera superficial
 Estágio III
 quando se observa uma ferida de espessura completa, envolvendo a epiderme, a derme e o subcutâneo.
 Estágio IV
 quando se tem uma lesão significante, onde há a destruição ou necrose para os músculos, ossos e estruturas de suporte( tendões e cápsula articular).

Quem corre mais riscos?Pacientes acamados que são ou foram fumantes, diabéticos, pacientes com incontinência fecal e urinária (uso de fraldas), desnutridos, idosos, pessoas com pouca ou nenhuma mobilidade, com problemas de circulação arterial.Como prevenir?Manter alguns cuidados com a pele do paciente é fundamental. A atuação fundamental é no alívio da pressão da pele, nas áreas de maior risco, ou onde se tem ossos mais proeminentes. Alguns cuidados são bem importantes, e podem ser realizados desde os primeiros momentos que o paciente ficou acamado, seja em casa ou no hospital.

Atenção – áreas avermelhadas não devem ser massageadas, para não aumentar a área já lesionada.
 Manter colchão piramidal (caixa de ovo) sobre o colchão da cama do paciente.
 Mudar sempre o paciente acamado de posição.
 Colocar travesseiros macios embaixo dos tornozelos para elevar os calcanhares.
 Colocar o paciente sentado em poltrona macia, ou revestida com colchão piramidal, várias vezes ao dia.
 Quando sentado mudar as pernas de posição, alternando as áreas de apoio.
 Manter alimentação rica em vitaminas e proteína.
 Manter hidratação.
 Trocar fraldas a cada três horas, mantendo paciente limpo e seco..
 Hidratar a pele com óleos e/ou cremes a base de vegetais
 Utilizar sabonetes com pH neutro para realizar a limpeza da região genital.
 Estar atento para o aparecimento de candidíase e outras infecções por fungos. Nesses casos, procurar o médico.
 Aplicação de filme transparente e/ou cremes ou loções a base de AGE nas áreas de risco aumentado para lesões
 Realizar massagem suave na pele sadia, em áreas potenciais de pressão, com loção umectante e suave.
 Manter a limpeza das roupas de cama, bem como mantê-las seca e bem esticadas.
 NÃO utilizar lâmpada de calor sobre a pele, pois estimulam o ressecamento da mesma.
Como tratar?O tratamento da ferida consiste em limpeza da lesão com jato de soro fisiológico, preferencialmente morno. O jato é conseguido perfurando-se o frasco de soro com uma agulha 40X12 ou 30X8. Este jato tem a propriedade de limpar a ferida sem destruir o que o próprio organismo vem reconstruindo.Se há presença de escaras (crosta preta e endurecida) sobre a lesão, esta deverá ser retirada por um profissional médico ou enfermeiro especializado.Existem vários produtos, chamados de “novas tecnologias” para auxiliar no tratamento das úlceras de pressão. A indicação fica a critério médico ou de enfermeira especializada. Os resultados são bastante eficazes.